Reporter: Nunca vimos o Tokio Hotel desse jeito. Nos seus três dias de jornada em Tóquio os meninos se mostraram de um jeito completamente diferente. Na sua chegada ainda mantiam seu visual surpreendentimente similar, Bill mostrou seu novo visial mais tarde. Com um novo tipo de cabelo, raspado dos lados e um topetão em cima. E não só isso, mas também o tom entre os irmãos está diferente. Ambos se xingam o quanto podem enquando assinam fotos.
Bill: Psh!Tom: Para de reclamar ou eu vou te deixar para trás! Bill, eu não assinei nesse aí, você trocou os cartões…Bill: Tom, você botou eles alí para mim! Você está maluco ou o quê?Tom: Você tem um parafuso solto…Bill: Você acabou de botar eles alí para mim!Tom: Não botei não. Não eram para você!Tom: Olha isso!Bill: Tom, eu não fiz isso! Me diz, estou maluco? Você acabou de botar eles alí para mim!Tom: Aqui, sim, e por que você não assinou se eu botei aí para você? Tá faltando aqui!Bill: Oh, eu?Tom: Agora…?
Reporter: E agora que estão a pleno vapor, revelam algumas histórias antigas…
Bill/Tom: Foi em 2005! Ou em 2006…Georg: Bem, foi definitivamente 2006…Tom: Naquela época, o querido Georg estava apaixonado pela Kelly Clarkson! Adimite! Eu também adimito que já achei a Angelina Jolie bonita.Georg (para o Bill): Não sei porque você está s metendo, cara – você quer comer a Britney Spears!Bill: E daí? Melhor que a Gülcan, Georg!Tom: Gülcan… Não, Collien! ….
Tom: Ou quando mijamos na garrafa do Georg e ele bebeou nela… Oh, ele nem sabe, né?Bill: Oops…
Reporter: Depois os meninos conseguiram se controlar mais tarde. O almoço teve paz.
Bill: Saúde para Tokio Hotel no Hotel de Tóquio.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Tom já não aguentava mais. Os gritos das fãs agora confundiam-no. Encontrava-se em tal estado de depressão que nos ensaios errava sempre, pois não se conseguia concentrar. Passava as noites lavado em lágrimas, mal conseguia dormir. Nas entrevistas passava o tempo calado. Nos concertos, já não tinha aquela adrenalina. A sua alegria fora sugada, o seu sorriso desvanecido. Tudo por uma simples razão: Bianca.
Bianca era uma jovem de dezoito anos. Olhos verdes esmeralda, cabelo castanho com tons de vermelho longo e ondulado, brilhante. Tom conhecera-a através de David, era a sua sobrinha. Mal contemplou o seu sorriso, disse a si mesmo “Ela tem que ser minha!”. Foi difícil conquistar o coração da rapariga, ela não gostava das suas atitudes machistas. Mas conseguiu mudá-lo. Tom percebeu que era a mulher da sua vida quando finalmente a beijou. Ela provocava-o calafrios, sentia borboletas a esvoaçarem no seu estômago. Ela completava-o, era a sua metade. Entregou-se de alma e coração à jovem, sem medos de compromisso, pela primeira vez na sua vida. Quando planeava pedi-la em casamento, algo trágico aconteceu: Bianca foi ao centro comercial para comprar um boné que Tom já andava a namorar. Queria oferecer-lhe uma pequena prenda. Quando ia a sair, um homem disparou para o ar, tomando toda a gente que se encontrava na loja como reféns. Ela tentou arranjar maneira de fugir. Sempre fora assim, corajosa, sem medo do que lhe pudera acontecer. O que tivesse que acontecer, acontecia. Era o que ela pensava. Só que essa coragem custou-lhe a vida. Infelizmente foi apanhada pelo homem, que acabou por assassiná-la.
Desde aí, Tom nunca mais sorriu. Sentia-se perdido, pensava que a vida já não tinha sentido. Roubaram a vida à mulher que ele amava, que seria provavelmente a sua noiva, a sua futura mulher.
Passava os dias a relembrar os momentos que passara com Bianca, a reler as cartas perfumadas que ela lhe mandava constantemente, de maneira a não se esquecer da sua essência, das suas palavras.
(...)
“Mano, vens jantar?” Perguntou Bill ao irmão, que se encontrava deitado na cama a olhar para o vácuo.
“Não, não tenho fome.”
“Tom, tu tens que comer, senão perdes as forças! Tu até já estás mais magro!” Não obteve resposta. Sabia que não ia conseguir convencer o irmão a comer fosse o que fosse. Suspirou. Ok, se não queres vir não venhas. Mas vê se tentas comer algo mais tarde”. Fechou a porta. As minhas forças já foram perdidas à muito tempo..., pensou Tom.
Levantou-se da cama e pegou na sua guitarra. Saiu do quarto e dirigiu-se para o elevador. Ia para o último piso, para o telhado.
Sentou-se na borda do gigantesco hotel, olhava para baixo e aquela altura toda, naquele momento, não o assustava.
Os seus dedos começaram a deslizar pelas cordas da sua guitarra. Saía uma melodia de uma música conhecida: Spring Nicht. Enquanto tocava, os seus olhos produziam gotas de água salgada, que caíam em cima do instrumento musical. Não aguentou. Levantou-se e atirou a sua guitarra pelo edifício abaixo, que se partiu mal tocou no chão duro. As pessoas que passavam por ali olharam, observando a figura que se encontrava no topo do Hotel.
“É o Tom Kaulitz!” Várias pessoas exclamavam. Expressões preocupadas criavam-se nas caras das pessoas, que se apressaram a ligar para os bombeiros.
Lá em cima, Tom olhava para as minusculas pessoas que lhe pareciam formigas. Aquela altura toda lembrava-lhe de quanto tinha estado no topo da Torre Eiffell, com Bianca.
*INICIO FLASHBACK*
”Tom, isto é tão... Tão mágico!” Dizia-lhe Bianca, admirando a fantástica paisagem, entusiasmadíssima. Tom sorria, ao ver a expressão maravilhada da sua namorada. Abraçou-lhe por trás, colocando os braços envoltos na sua cintura, encostando o queixo no ombro da rapariga.
“Estás feliz?”
“Estou, Tom, muito.” Respondeu-lhe Bianca, virando-se para ele. Colocou os braços à volta do pescoço do guitarrista. “Obrigado por me teres trazido aqui.”
“Tudo para ver esse teu sorriso.”
“Eu amo-te, Tom Kaulitz.”
“Eu também te amo, Bianca Valden.”
Inclinou um bocado a sua cabeça, e aproximou-se. Quando estava a milímetros dos lábios da namorada, sussurrou-lhe “Para sempre.”
Beijou-a apaixonadamente, já sentia o sabor de morango da sua boca, devido ao gloss que usava sempre.
Deixaram-se embalar pelo barulho da cidade de Paris.
*FIM FLASHBACK*
Começou então a cantar baixinho, com uma voz tremida.
“Über den dächern
Ist es so kalt
Und so still
Ich schweig deinen namen
Weil du ihn jetzt
Nicht hören willst
Der abgrund der stadt
Verschlingt jede
Träne, die fällt
Da unten ist nichts mehr,
Was dich hier oben
Noch hält”
Uma última lágrima caiu. Tirou o pendente que usava, o pendente que a namorada lhe oferecera nos anos. Era um “B”, de Bianca. Preparava-se para se atirar, queria que lhe acontecesse a mesma coisa que acontecera à sua guitarra. Mas algo o impediu.
“Ich schrei' in die nacht für dich
Lass' mich nicht im stich
Spring nicht
Die lichter fangen dich nicht
Sie betrügen dich
Spring nicht
Erinner dich
Ab dich und mich
Die welt da unten zählt nicht
Bitte spring nicht
Spring nicht
Und hält dich das auch nicht zurück”
Era o seu irmão, que pressentira algo de errado. Tinha os olhos completamente borratados, chorava que nem um perdido. Não queria perder o seu irmão, o seu gémeo, a pessoa que mais amava. Se o irmão saltasse, ele iria atrás.
Foi ao encontro dele e deu-lhe a mão. Esboçou-lhe um sorriso triste, e acabou-lhe a canção.
“Dann spring ich für dich”
Sorriram um para o outro, e voltaram-se para a frente, sempre de mãos dadas. Os seus corpos tornaram-se leves, e o vento empurrou-os, deixando-os cair.
As fãs gritavam, choravam de desespero ao encarar os dois cadáveres ensaguentados.
A noite tornara-se ainda mais escura do que já estava. Os famosos irmãos Kaulitz suicidaram-se juntos. Diz-se por aí que tinham um sorriso nas suas faces cobertas com sangue.
Tom morrera feliz, com o seu gémeo. E ia ao encontro da mulher que amava, que o esperava lá em Cima.
Diz a lenda que, quem subir ao topo do hotel e prestar atenção, ouve-se os gémeos a cantarem. Diz-se também que os seus fantasmas e o fantasma de Bianca aparecem de vez em quando, no telhado do edifício, rindo como antigamente.
Fim
Bianca era uma jovem de dezoito anos. Olhos verdes esmeralda, cabelo castanho com tons de vermelho longo e ondulado, brilhante. Tom conhecera-a através de David, era a sua sobrinha. Mal contemplou o seu sorriso, disse a si mesmo “Ela tem que ser minha!”. Foi difícil conquistar o coração da rapariga, ela não gostava das suas atitudes machistas. Mas conseguiu mudá-lo. Tom percebeu que era a mulher da sua vida quando finalmente a beijou. Ela provocava-o calafrios, sentia borboletas a esvoaçarem no seu estômago. Ela completava-o, era a sua metade. Entregou-se de alma e coração à jovem, sem medos de compromisso, pela primeira vez na sua vida. Quando planeava pedi-la em casamento, algo trágico aconteceu: Bianca foi ao centro comercial para comprar um boné que Tom já andava a namorar. Queria oferecer-lhe uma pequena prenda. Quando ia a sair, um homem disparou para o ar, tomando toda a gente que se encontrava na loja como reféns. Ela tentou arranjar maneira de fugir. Sempre fora assim, corajosa, sem medo do que lhe pudera acontecer. O que tivesse que acontecer, acontecia. Era o que ela pensava. Só que essa coragem custou-lhe a vida. Infelizmente foi apanhada pelo homem, que acabou por assassiná-la.
Desde aí, Tom nunca mais sorriu. Sentia-se perdido, pensava que a vida já não tinha sentido. Roubaram a vida à mulher que ele amava, que seria provavelmente a sua noiva, a sua futura mulher.
Passava os dias a relembrar os momentos que passara com Bianca, a reler as cartas perfumadas que ela lhe mandava constantemente, de maneira a não se esquecer da sua essência, das suas palavras.
(...)
“Mano, vens jantar?” Perguntou Bill ao irmão, que se encontrava deitado na cama a olhar para o vácuo.
“Não, não tenho fome.”
“Tom, tu tens que comer, senão perdes as forças! Tu até já estás mais magro!” Não obteve resposta. Sabia que não ia conseguir convencer o irmão a comer fosse o que fosse. Suspirou. Ok, se não queres vir não venhas. Mas vê se tentas comer algo mais tarde”. Fechou a porta. As minhas forças já foram perdidas à muito tempo..., pensou Tom.
Levantou-se da cama e pegou na sua guitarra. Saiu do quarto e dirigiu-se para o elevador. Ia para o último piso, para o telhado.
Sentou-se na borda do gigantesco hotel, olhava para baixo e aquela altura toda, naquele momento, não o assustava.
Os seus dedos começaram a deslizar pelas cordas da sua guitarra. Saía uma melodia de uma música conhecida: Spring Nicht. Enquanto tocava, os seus olhos produziam gotas de água salgada, que caíam em cima do instrumento musical. Não aguentou. Levantou-se e atirou a sua guitarra pelo edifício abaixo, que se partiu mal tocou no chão duro. As pessoas que passavam por ali olharam, observando a figura que se encontrava no topo do Hotel.
“É o Tom Kaulitz!” Várias pessoas exclamavam. Expressões preocupadas criavam-se nas caras das pessoas, que se apressaram a ligar para os bombeiros.
Lá em cima, Tom olhava para as minusculas pessoas que lhe pareciam formigas. Aquela altura toda lembrava-lhe de quanto tinha estado no topo da Torre Eiffell, com Bianca.
*INICIO FLASHBACK*
”Tom, isto é tão... Tão mágico!” Dizia-lhe Bianca, admirando a fantástica paisagem, entusiasmadíssima. Tom sorria, ao ver a expressão maravilhada da sua namorada. Abraçou-lhe por trás, colocando os braços envoltos na sua cintura, encostando o queixo no ombro da rapariga.
“Estás feliz?”
“Estou, Tom, muito.” Respondeu-lhe Bianca, virando-se para ele. Colocou os braços à volta do pescoço do guitarrista. “Obrigado por me teres trazido aqui.”
“Tudo para ver esse teu sorriso.”
“Eu amo-te, Tom Kaulitz.”
“Eu também te amo, Bianca Valden.”
Inclinou um bocado a sua cabeça, e aproximou-se. Quando estava a milímetros dos lábios da namorada, sussurrou-lhe “Para sempre.”
Beijou-a apaixonadamente, já sentia o sabor de morango da sua boca, devido ao gloss que usava sempre.
Deixaram-se embalar pelo barulho da cidade de Paris.
*FIM FLASHBACK*
Começou então a cantar baixinho, com uma voz tremida.
“Über den dächern
Ist es so kalt
Und so still
Ich schweig deinen namen
Weil du ihn jetzt
Nicht hören willst
Der abgrund der stadt
Verschlingt jede
Träne, die fällt
Da unten ist nichts mehr,
Was dich hier oben
Noch hält”
Uma última lágrima caiu. Tirou o pendente que usava, o pendente que a namorada lhe oferecera nos anos. Era um “B”, de Bianca. Preparava-se para se atirar, queria que lhe acontecesse a mesma coisa que acontecera à sua guitarra. Mas algo o impediu.
“Ich schrei' in die nacht für dich
Lass' mich nicht im stich
Spring nicht
Die lichter fangen dich nicht
Sie betrügen dich
Spring nicht
Erinner dich
Ab dich und mich
Die welt da unten zählt nicht
Bitte spring nicht
Spring nicht
Und hält dich das auch nicht zurück”
Era o seu irmão, que pressentira algo de errado. Tinha os olhos completamente borratados, chorava que nem um perdido. Não queria perder o seu irmão, o seu gémeo, a pessoa que mais amava. Se o irmão saltasse, ele iria atrás.
Foi ao encontro dele e deu-lhe a mão. Esboçou-lhe um sorriso triste, e acabou-lhe a canção.
“Dann spring ich für dich”
Sorriram um para o outro, e voltaram-se para a frente, sempre de mãos dadas. Os seus corpos tornaram-se leves, e o vento empurrou-os, deixando-os cair.
As fãs gritavam, choravam de desespero ao encarar os dois cadáveres ensaguentados.
A noite tornara-se ainda mais escura do que já estava. Os famosos irmãos Kaulitz suicidaram-se juntos. Diz-se por aí que tinham um sorriso nas suas faces cobertas com sangue.
Tom morrera feliz, com o seu gémeo. E ia ao encontro da mulher que amava, que o esperava lá em Cima.
Diz a lenda que, quem subir ao topo do hotel e prestar atenção, ouve-se os gémeos a cantarem. Diz-se também que os seus fantasmas e o fantasma de Bianca aparecem de vez em quando, no telhado do edifício, rindo como antigamente.
Fim
domingo, 12 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Mães Alemãs Defendem os Tokio Hotel em Resposta a Recente Sondagem
No Sábado, foi relatado que numa recente sondagem feita na Alemanha, a actual chanceler alemã, Angela Merkel e a banda alemã Tokio Hotel, foram dados como maus exemplos para as crianças na Alemanha. No entanto, de acordo com um novo relatório do Europolitan.de, muitas mães alemãs – um dos grupos citados na sondagem – manifestaram-se em defesa de uma das bandas favoritas da Alemanha.
De acordo com o relatório anterior, os Tokio Hotel ficaram classificados entre as 10 bandas de pior influência para as crianças. Outros que contavam na lista eram por exemplo, os rappers Sido e Bushido, mas também a chanceler alemã, Angela Merkel.
Permitam-me discordar
No entanto, a opinião de muitas mães alemãs chegou até aos fóruns na Internet em defesa dos Tokio Hotel. Uma das mães a quem o Europolitan.de chamou Gitte, tinha isto para dizer: “Que disparate! A minha filha de 15 anos é uma grande fã dos TH há já três anos e eu acompanhei-a a muitos concertos. Os rapazes fazem boa música, estamos ansiosas pela nova tour!…Eu já conheci muitas outras mães nos concertos nos últimos anos e elas têm a mesma opinião.”
Outra mãe, que apenas se identificou no fórum enquanto visitante declarou que ela própria – apesar de já ter 30 anos – era uma fã de Tokio Hotel. Ela também fez questão de sublinhar que não entendia porque é que tantas outras mães acreditavam nas coisas que os media diziam sobre a banda.
A observação foi feita tendo em conta os problemas que o membro da banda, Tom Kaulitz, teve com uma “fã” obcecada numa bomba de gasolina de Hamburgo, em Abril deste ano. Outro leitor comentou sobre o assunto dizendo que o vídeo não é claro, e que aquela mulher (Perrine D.) era uma stalker e não uma “fã”.
Outras mães, entre os 36 e os 42 também opinaram relativamente à famosa banda. Enquanto uma declarou que a violência não é resposta e que o stalking é o suficiente para levar uma pessoa à loucura, a outra admitiu que, também ela, já tinha ido a concertos com a sua filha.
O artigo conclui dizendo, de uma forma geral, que a banda provavelmente não é uma má influência para os jovens de hoje. Mas para dizer a verdade, os fãs dos Tokio Hotel já sabiam isso.
De acordo com o relatório anterior, os Tokio Hotel ficaram classificados entre as 10 bandas de pior influência para as crianças. Outros que contavam na lista eram por exemplo, os rappers Sido e Bushido, mas também a chanceler alemã, Angela Merkel.
Permitam-me discordar
No entanto, a opinião de muitas mães alemãs chegou até aos fóruns na Internet em defesa dos Tokio Hotel. Uma das mães a quem o Europolitan.de chamou Gitte, tinha isto para dizer: “Que disparate! A minha filha de 15 anos é uma grande fã dos TH há já três anos e eu acompanhei-a a muitos concertos. Os rapazes fazem boa música, estamos ansiosas pela nova tour!…Eu já conheci muitas outras mães nos concertos nos últimos anos e elas têm a mesma opinião.”
Outra mãe, que apenas se identificou no fórum enquanto visitante declarou que ela própria – apesar de já ter 30 anos – era uma fã de Tokio Hotel. Ela também fez questão de sublinhar que não entendia porque é que tantas outras mães acreditavam nas coisas que os media diziam sobre a banda.
A observação foi feita tendo em conta os problemas que o membro da banda, Tom Kaulitz, teve com uma “fã” obcecada numa bomba de gasolina de Hamburgo, em Abril deste ano. Outro leitor comentou sobre o assunto dizendo que o vídeo não é claro, e que aquela mulher (Perrine D.) era uma stalker e não uma “fã”.
Outras mães, entre os 36 e os 42 também opinaram relativamente à famosa banda. Enquanto uma declarou que a violência não é resposta e que o stalking é o suficiente para levar uma pessoa à loucura, a outra admitiu que, também ela, já tinha ido a concertos com a sua filha.
O artigo conclui dizendo, de uma forma geral, que a banda provavelmente não é uma má influência para os jovens de hoje. Mas para dizer a verdade, os fãs dos Tokio Hotel já sabiam isso.
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